Olá, meu nome é Gabriel Antunes Dorcino.
Sou uma pessoa amante do conhecimento das mais diversas áreas. Tenho apreço pela ciência e observo com atenção tudo aquilo que diz algo em nome dela. Sou bastante técnico, metódico e pragmático; mas nem por isso sou desumano, ao contrário.
Acredito que sem a informação sóbria, límpida e equilibrada não podemos chegar a lugar algum com sanidade. Tanto o indivíduo, quanto a humanidade, prospera muito pouco quando estão presos nas ilusões e nos falsos aprendizados no mundo da vida. Por conta disso, sou apaixonado pelo esclarecimento de situações ou coisas às pessoas. Principalmente numa Era de 'pós-verdade', onde a desinformação e as próprias opiniões valem mais do que os fatos objetivos e irrefutáveis.
Como tenho apreço por todas as áreas do conhecimento não sou do tipo de pessoa que se limita aos argumentos de apenas um ideal ou posicionamento; muito menos a uma ideia rígida e engessada.
Portanto, não será muito fácil alguém me ver militando por algum partido político, classe social, religião, país, estilo musical, doutrina, estereótipo ou time de futebol em especial.
O que acontece, na realidade, é que eu acabo me divertindo e aprendendo em qualquer lugar quando não me prendo a nenhum dos lados. Então por que eu me limitaria a apenas um lado, já que todos são relevantes para mim em algum ponto?
Gosto desse ecleticismo.
E como todo bom eclético praticante, extraio aquilo de mais valioso e mais cosmoético de cada coisa e o aplico na minha vida.
Paradoxalmente, vez ou outra acabo me opondo à maioria dos argumentos de todos os lados de uma mesa. Isso acontece porque quero ampliar a visão de todos os lados do debate para que se aproximem o quanto puderem do Universalismo, pois esse é o modo mais agradável de se viver. Algo como o "caminho do meio" do budismo.
Portanto, não será muito fácil alguém me ver militando por algum partido político, classe social, religião, país, estilo musical, doutrina, estereótipo ou time de futebol em especial.
O que acontece, na realidade, é que eu acabo me divertindo e aprendendo em qualquer lugar quando não me prendo a nenhum dos lados. Então por que eu me limitaria a apenas um lado, já que todos são relevantes para mim em algum ponto?Gosto desse ecleticismo.
E como todo bom eclético praticante, extraio aquilo de mais valioso e mais cosmoético de cada coisa e o aplico na minha vida.
Paradoxalmente, vez ou outra acabo me opondo à maioria dos argumentos de todos os lados de uma mesa. Isso acontece porque quero ampliar a visão de todos os lados do debate para que se aproximem o quanto puderem do Universalismo, pois esse é o modo mais agradável de se viver. Algo como o "caminho do meio" do budismo.
Foi com esse Universalismo, mais a Cosmoética, que consegui um pouco de paz de espírito e harmonia íntima. E gostaria muito que mais pessoas no mundo percebessem a vida com eu a percebo atualmente. Essa é uma das coisas que me move: a esperança de que possa existir mais vidas universalistas, espalhadas por aí, nesse mundão afora.
Indagação filosófica que sempre tive: (se souber me responda)
Indagação filosófica que sempre tive: (se souber me responda)
Quando alguém pergunta a um universalista: "o que você é, já que não se limita a nenhum estereótipo nem a nada?
O que eu devo dizer?
Que sou intelectualmente Nada, que sou um pouco de Tudo, ou que sou os dois ao mesmo tempo?
Que sou intelectualmente Nada, que sou um pouco de Tudo, ou que sou os dois ao mesmo tempo?